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Na noite deste sábado (7), no Espaço de Eventos Rejane Cavalcante, a Câmara de Vereadores de Poções realizou a solenidade de entrega do Título de Cidadão Poçoense.

Entre os homenageados esteve a prefeita Dona Nilda, natural de Santa Inês, mas com uma história de vida profundamente ligada a Poções. Ao longo dos anos, ela construiu sua trajetória no município, onde viveu, trabalhou e dedicou grande parte de sua vida à comunidade poçoense.

A homenagem reconhece não apenas sua atuação como gestora, mas também sua caminhada pessoal, construída com trabalho, dedicação e compromisso.

Poções a acolheu e hoje a reconhece oficialmente como filha.

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Na noite desta quinta-feira (18), no Espaço de Eventos Rejane Cavalcante, o PCdoB 65 de Poções realizou sua Conferência Municipal, reunindo militantes, lideranças políticas e convidados. Durante o encontro, o secretário de saúde Marcus Sola (@marcussola65) foi reeleito presidente do partido. O evento contou com a presença dos deputados Fabrício Falcão e Alice Portugal.

Com uma trajetória marcada por participação ativa na política local, Marcus, que também é empresário, esteve à frente de momentos decisivos nas últimas eleições municipais. Ele teve papel fundamental na campanha que levou Dr. Otto Magalhães à Prefeitura de Poções, no mandato de 2013 a 2016, e também foi peça estratégica na vitória de Dona Nilda, eleita para o período de 2021 a 2024 e reeleita para a gestão de 2025 a 2028, sempre pelo PCdoB.

Reconhecido pelo trabalho e pela articulação política, Marcus conquistou a confiança do governador Jerônimo Rodrigues. Essa proximidade lhe garante acesso direto às portas do Governo do Estado, o que tem possibilitado avanços importantes para Poções.

A recondução de Marcus à presidência do PCdoB de Poções consolida sua liderança e projeta novos caminhos para o fortalecimento da legenda no município.

Durante o evento, a deputada Alice Portugal anunciou emenda no valor de 1 milhão para o esgotamento e pavimentação do povoado do Fomento. Além disso, a Saúde recebeu mais um veículo 0km.

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Foto: Reprodução

A chamada PEC da Blindagem (também conhecida como PEC das Prerrogativas, PEC 3 de 2021) é uma proposta de Emenda à Constituição que altera regras relativas a investigações, denúncias criminais e prisões de deputados e senadores.

Entre os principais pontos estão: exigir autorização prévia da respectiva Casa do Congresso Nacional (Câmara ou Senado) para abertura de ação penal contra parlamentar; tornar essa autorização por votação secreta da maioria absoluta da Casa; permitir foro no Supremo Tribunal Federal (STF) para presidentes de partidos com assento no Parlamento, mesmo que não ocupem cargo eletivo público; estabelecer restrições à prisão de parlamentares, exceto em casos de flagrante de crime inafiançável; e definir prazos para que as Casas decidam sobre ordens judiciais a eles dirigidas.

Quem critica advertiu que ela pode se tornar mecanismo de impunidade, dificultando investigações de corrupção ou outros crimes comuns, criando barreiras para responsabilização e enfraquecendo a independência do Judiciário.

A PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados em dois turnos de votação:

  • 1º turno: 353 votos favoráveis, 134 contrários e uma abstenção;
  • 2º turno: 344 votos a favor, 133 contra.

No 1º turno, os votos por partido foram distribuídos da seguinte forma:

  • PL — todos os 83 deputados presentes votaram favoravelmente;
  • PT — dos 63 deputados, 12 votaram a favor e 51 contra;
  • União Brasil — cerca de 50 votos favoráveis e 4 contrários;
  • PP — ampla maioria favorável, com 3 votos contrários;
  • PSD — bancada dividida: 25 favoráveis e 18 contrários;
  • MDB — maioria a favor, com 5 contrários;
  • Republicanos — praticamente unânime a favor, com apenas uma abstenção;
  • Partidos integralmente contra — Novo, PSOL, PCdoB e Rede Sustentabilidade.

O Partido Liberal (PL) teve papel central no apoio, sendo um dos principais partidos de direita que orientou voto favorável à PEC.

A proposta agora segue para análise no Senado Federal, onde passará por Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de votação em plenário. Caso seja aprovada no Senado, não precisa de sanção do Presidente da República para entrar em vigor — será promulgada pelo Congresso.

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